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Saiba como prevenir e tratar a flacidez que surge na face conforme envelhecemos

Dermatologista explica tudo sobre um dos problemas estéticos que mais gera queixas, fazendo com que a busca por tratamentos contra os sinais de envelhecimento cresça cada vez mais.
 Foto: Imagem Ilustrativa / divulgação  

Conforme envelhecemos, a pele do nosso rosto e corpo, devido a fatores internos e externos, passa por uma série de alterações que podem causar desconforto estético para a grande maioria das pessoas. Um exemplo é a flacidez facial, responsável por conferir aquela aparência cansada ao rosto, marcada por olheiras profundas e sulcos mais proeminentes. “A partir dos 25 anos de idade nós começamos a sofrer uma diminuição na produção das fibras de colágeno e elastina, além de perda óssea da estrutura responsável por manter todo um conjunto de outras elementos em seu lugar, como os compartimentos de gordura, os músculos e a pele. Sendo assim, conforme essa perda do arcabouço ósseo ocorre, os outros tecidos, antes sustentados por ele, passam a ter dificuldade em se manter no lugar, o que piora ainda mais a flacidez facial”, explica a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Estas mudanças na face são causadas por uma variedade de motivos, que incluem fatores genéticos, externos (sol, poluição, tabagismo, álcool, distensão da pele pelo efeito sanfona ou gestação) e também maus hábitos que adotamos durante a vida, como alimentação inadequada e falta de exercícios físicos. “E este processo pode ser facilmente percebido quando nos olhamos no espelho e visualizamos, por exemplo, a mandíbula sem definição e as maçãs do rosto caídas, sinais de que a firmeza da pele da face e seus compartimentos internos já não são mais os mesmos”, afirma a dermatologista. Segundo a médica, isso ocorre por que a perda da estrutura óssea combinada com o deslocamento dos compartimentos de gordura e a diminuição do tecido muscular causam o apagamento do contorno da face.

Porém, apesar de ser um processo natural, existem inúmeros procedimentos estéticos para prevenir e tratar a flacidez facial, sendo que cada um age em um nível diferente da flacidez, focando no tratamento direto de uma estrutura facial específica. “O tratamento da diminuição e deslocamento de compartimentos de gorduras pode ser feito, por exemplo, através da utilização de preenchimentos de sustentação facial. Outra opção é o ultrassom microfocado, aparelho que promove pontos de coagulação na fáscia muscular da face (tecido que recobre a musculatura da face), estimulando a neocolagênese, ou seja, formação de novas fibras de colágeno e consequentemente maior firmeza da pele onde aplicado, explica a médica. Além disso, existem alguns lasers e radiofrequências que auxiliam na manutenção de colágeno na pele. A hidroxiapatita de cálcio e o Ácido L-Poli-Latico são bioestimuladores de colágeno injetáveis. Ou seja, quando injetados na pele através de injeções, estimulam a produção de novas fibras de colágenos e ‘engrossam’ as fibras já existentes, levando a uma maior firmeza da pele tratada”, destaca a médica.

De acordo com a especialista, o microagulhamento com radiofrequência associado e drug delivery também é uma opção. “Através da microperfurações causadas pelas agulhas, que por si só geram estímulo de colágeno por toda a sua extensão, é possível aplicar ativos que auxiliam no combate da flacidez, como Vitamina C, Ácido Hialurônico e Ácido Retinóico. Juntos, os procedimentos remodelam o colágeno, promovem a redensificação da pele e o aumento da elasticidade no local da aplicação”, afirma. “São muitas as opções para o tratamento de flacidez. O ideal então é que você consulte um médico dermatologista antes de optar por qualquer um dos procedimentos. Apenas ele poderá realizar um exame adequado de sua pele e de sua face como um todo e dar a melhor recomendação para o seu caso”, finaliza a Dra. Paola Pomerantzeff.

DRA. PAOLA POMERANTZEFF: Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais. http://www.drapaola.me/


Fonte: Holding Comunicações










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