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Cirurgia plástica de transferência de gordura é alternativa para quem deseja aumentar ou corrigir partes do corpo

Segundo especialista, a técnica também é utilizada para aumentar ou corrigir determinadas áreas
 Foto: Divulgação 

Chamada pelos especialistas de lipofilling, a cirurgia plástica de transferência de gordura ganha cada vez mais adeptos no Brasil. O procedimento consiste na retirada de gordura de partes do corpo onde apresentam maior acúmulo da substância, como a parte interna do joelho e abdômen, para serem aplicadas em outras áreas.

"O lipofilling pode ser utilizado na face, para atenuar o bigode chinês, para aumentar o volume dos lábios e para harmonização facial; mas também é feito para corrigir depressões ou aumentar o tamanho de mamas e glúteos, além de outras áreas", explica o cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica do International Society of Plastic Surgery, e American Society of Plastic Surgery, Arthur Barros.

De acordo com o médico, qualquer pessoa em bom estado de saúde pode se submeter a esta técnica, mas ainda assim, os exames pré-operatórios de praxe, como de sangue, urina e avaliação cardiológica são exigidos. No entanto, como em toda e qualquer cirurgia, há riscos.

"As contraindicações se relacionam ao porte da cirurgia, ou seja, se houver a necessidade da retirada de grandes volumes de gordura, haverá contraindicações relacionadas à realização de qualquer cirurgia de maior porte. Algumas áreas como as olheiras requerem um cuidado extremo pela possibilidade de formar nódulos no local e, também, por ser uma área de maior risco pela proximidade dos vasos faciais. O importante é consultar um cirurgião plástico de confiança para saber mais sobre a sua queixa e qual o tipo de tratamento adequado para ela", salienta o especialista.

Apesar dos riscos comuns, o lipofilling apresenta muitos benefícios. Segundo Arthur, o principal deles é o estímulo à produção de colágeno, já que a gordura tem uma reabsorção inicial pequena, permanecendo para sempre no organismo, tendo como consequência o estímulo à produção de colágeno pela presença de fatores teciduais que tem essa função. Mas ele faz uma ressalva. "Os problemas do método são formação de cistos e possibilidade de complicações como hematomas, edemas prolongados, assimetrias e maior trauma quando comparado ao ácido hialurônico, por exemplo".

Sobre optar pelo lipofilling ao invés do preenchimento com ácido hialurônico, em casos de harmonização facial, o cirurgião plástico afirma que a técnica da transferência de gordura é mais indicada em situações onde uma grande quantidade de gordura é retirada para ser reutilizada em outra parte do corpo. Mas uma grande vantagem é que o procedimento com transferência de gordura não deixa cicatrizes visíveis, atingindo resultados satisfatórios de um a dois meses; embora seja preferível esperar pelo menos seis meses antes de fazer um novo tratamento na mesma área. 


Fonte: Jf Gestão de Conteúdo










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